quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
Ação de Natal pela Onda Socioambiental
Os mais de 20 voluntários da ONG, com sua dedicação e paixão, levaram muita alegria e diversão para as mais de duzentas crianças que participaram do evento. O dia começou com apresentações artísticas que traziam mensagens de amor, paz e solidariedade, e na seqüência a diversão seguiu com jogos de dados gigantes, de tabuleiro jogo de bola e muitas brincadeiras dinâmicas. Já no final da manhã crianças e mães se alimentaram com um delicioso cachorro-quente e suco gelado. O fechamento do evento se deu com a distribuição das lembranças de Natal. A Onda Socioambiental é imensamente grata à direção e funcionários da escola, pela calorosa acolhida e participação, aos voluntários pela exemplar dedicação e aos amigos e parceiros que viabilizaram o lanche as lembranças através de suas doações: Alan Vieira, Alex Tavares, Carla Guedes, Carlos Victor, Carlos e Emídia, Cristiani Silveira, Cristiano Rosa, Deni Feijó, Everton Trajano, Francisco Derli e Benta Cristina, Helena e Janaína Oliveira, Izabel Bitelo, Léa Marques, Moacir Menezes, Osvaldo e Claudete, Verônica Santos; à Imobiliária Mundi, Sacolão Almeida, Viezzer Unisuper, escritório de contabilidade Knobelock, ADVA, Arena Bar, Fundação Casa dos Sonhos.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Trabalhando por espaços de esporte e lazer do Bairro Monte Belo
Na tarde desta terça-feira, dia 29, reunimos uma comitiva de moradores do Bairro Monte Belo, e nos reunidos com o Secretário dos Serviços Urbanos, Pedro Bisch Neto. O motivo do encontro era levar as demandas da comunidade em relação ao espaço, conhecido na região como “piscina”, onde há uma praça e espaços de esporte e lazer totalmente depredados e sem condições de uso.
Deixamos acertado que eu, como representante e presidente da ONG Onda Socioambiental, enviaria um oficio com todas as reivindicações e sugestões, para que fique registrado e aquilo que for possível, já seja realizado.
A ideia da instituição é contar com o apoio também da iniciativa privada para a recuperação e manutenção do espaço.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
IX Jornada Estadual Contra a Violência e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes
Participei na tarde desta segunda-feira (28) da IX Jornada Estadual Contra a Violência e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Realizada no auditório da Ulbra de Gravataí, a atividade teve o objetivo de mobilizar a sociedade para tratar assuntos relacionados ao abuso sexual contra meninos e meninas e mostrar as consequências desse ato. Gravataí encerrou a série de audiências públicas que já percorreram os municípios de Santa Maria, Rio Grande, Santa Rosa, Passo Fundo, Uruguaiana e Caxias do Sul.A proposta da Jornada era debater, refletir e apresentar alternativas para qualificar o trabalho realizado nos municípios. O ponto alto do evento foi o anúncio da criação de um Centro de Referência no Atendimento Infanto-Juvenil (CRAI), na cidade.
Desde 2000, uma unidade do CRAI funciona junto ao Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas, em Porto Alegre, oferecendo amparo às crianças e adolescentes vítimas de maus tratos. O Centro é formado por uma equipe técnica especializada, responsável por fornecer acompanhamento integral, desde o registro da ocorrência policial, preparação para a perícia médica, notificação ao conselho tutelar e avaliação clínica até o encaminhamento para tratamento terapêutico na rede de saúde do município da vítima.
Em Gravataí, do início de 2011 até o momento, foram registrados mais de 150 atendimentos do Conselho Tutelar em casos de abuso contra crianças e adolescentes.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
8ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
Participei hoje da 8ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, ocorrida no CTG Aldeia dos Anjos. O objetivo era debater as políticas públicas voltadas para crianças e adolescentes de Gravataí. O tema deste ano é ‘Mobilizar, implementar e monitorar a política e o plano decenal de direitos humanos de crianças e adolescentes’.
No evento foram eleitos os delegados e suplentes de cada seguimento. Eles terão a missão de levar o debate local para as conferências estadual e nacional. Como Conselheiro Tutelar Eleito, mas não empossado, ainda, fiquei de suplente de delegado, ao lado da colega Adriana Neves, como titulares ficaram a Odete Pacheco e Eduardo Miranda, Conselheiros em exercício até dezembro deste ano.
A conferência foi promovida pela Secretaria de Trabalho, Cidadania e Assistência Social (SMTCAS) e o Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), com o apoio da Comissão da Criança e do Adolescente da Câmara de Vereadores e da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa. A atividade teve como palestrante o secretário adjunto da Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos (SJDH), Miguel Granato Velásquez, especialista na área da Infância e Juventude.
A 8ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente teve como eixos temáticos:
Eixo 1 – Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes
Eixo 2 – Proteção e Defesa dos Direitos
Eixo 3 – Protagonismo e Participação de Crianças e Adolescentes
Eixo 4 – Controle Social da Efetivação dos Direitos
Eixo 5 – Gestão da Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Meu novo número da sorte: 756
Neste domingo passado, 30 de outubro, aconteceu a votação para eleger os novos conselheiros tutelares de Gravataí para a gestão 2012-2014.
756 votos de confiança me colocaram entre os dez eleitos. A batalha foi árdua mas muito gratificante.
Abradeço a todos os amigos, apoiadores, conhecidos e familiares que contribuíram para esta realização.
Agora conto com o apoio e colaboração de todos para desenvolver um belo trabalho na defesa dos direitos da crianças e adolescentes e na construção de uma sociedade mais justa e solidária.
756 votos de confiança me colocaram entre os dez eleitos. A batalha foi árdua mas muito gratificante.
Abradeço a todos os amigos, apoiadores, conhecidos e familiares que contribuíram para esta realização.
Agora conto com o apoio e colaboração de todos para desenvolver um belo trabalho na defesa dos direitos da crianças e adolescentes e na construção de uma sociedade mais justa e solidária.
sábado, 27 de agosto de 2011
Convite à reflexão...
Acredito na máxima “a união faz a força” e é inspirado nesta crença que procuro conquistar o direito de ser Conselheiro Tutelar.
Mas quem eu quero unir e qual objetivo?
Quero unir aqueles que compartilham a opinião de que saímos de uma ditadura baseada na repressão militar e estamos entrando em outra: a da sociedade sem limites. Agora nos oprimimos pelo medo extremo de dosar, de proibir, de cobrar, de responsabilizar... Quando vejo discursos inflamados em defesa dos direitos da criança e adolescente sempre me pergunto: “E os deveres?”. Será que não estamos “estragando” nossas crianças e adolescentes ao abandoná-los num mundo de DIREITOS sem cobrar-lhes os DEVERES?
Leio, assisto e escuto que jovens adultos encontram dificuldades para se adaptarem ao mercado de trabalho por não conseguirem conviver com as regras existentes. Mas não é só isso... Não aceitam as regras sociais, tão pouco a de seus próprios lares. Presenciamos uma geração perigosamente adepta à intolerância: por classe social, cor de pele, opção sexual, necessidades especiais, opinião, etc...
Os sinais são claros e não podemos ser complacentes. Os noticiários estão tomados de crianças e adolescentes agredindo, invadindo, delinquindo, etc...
Diante disto, a maior parte das pessoas, sem saber as origens e os motivos do problema, revoltam-se e na raiva atacam até mesmo os DIREITOS, esquecendo-se que contribuem para que os problemas se agravem, no momento que não ensinam os DEVERES em casa, na escola, na igreja e na sociedade.
O ensinamento dos direitos e deveres tem que fazer parte da formação da pessoa, na infância e juventude. É lá que o rumo é dado, onde essas crianças e adolescentes aprenderão a serem cidadãos.
Acredito que devemos trabalhar objetivamente na criação e aplicação das políticas públicas para a formação e fortalecimento da cidadania. E a fórmula correta é: “Direitos + Deveres”. O Conselho Tutelar tem participação fundamental neste processo. O problema é gigante, o caminho é longo e o desafio está posto! Por isso me desafio a ocupar este espaço, para fazer a diferença, fazer mais.
Conto com a mobiização de todos que compartilham com este ponto de vista e que se identificam com minhas ideias, mas principalmente aprovam o que realizo na prática.
Dia 30 de outubro, das 8h às 17h acontecem as eleições. O voto é facultativo. Mais do que nunca a sua consciência coletiva e espírito de cidadania será fundamental, para sair do conforto de seu lar, da companhia da família para ir votar.
Lembre-se sempre da máxima: “a união faz a força”.
Obrigado à prof. Márcia (Escola Murialdo e Carlos Bina) pela colaboração com o texto.
Briga por briga ou algo mais?
É o retrato da barbarie sobrepondo-se à cidadania...
No Convite à reflexão chego a mensionar casos como este. É lamentável ver a sociedade perdida diante de tanta violência gratuita.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Locais para votar no 02, para o Conselho Tutelar Gravataí 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Quem é Joelson, candidato ao Conselho Tutelar de Gravataí
Profissional da área de educação com forte identificação com projetos e atividades do terceiro setor (Organizações da Sociedade Civil), é presidente da ONG Onda Socioambiental de Gravataí e voluntário em diversas organizações e ações de cunho social.
Na formação traz como base o aprendizado de dois cursos técnicos: Administração e Informática, cursados respectivamente nas escolas Fundação Bradesco e QI. Capacitou-se ainda em Sistemas de Qualidade (PGQP), Gestão Organizacional para o Terceiro Setor (Sebrae e Parceiros Voluntários) e "Qualificação para Educadores em Participação Social Solidária e Mobilização Juvenil" (Parceiros Voluntários). Atualmente é acadêmico do Curso de Ciências Sociais na UFRGS.
Atualmente Joelson desenvolve trabalho voluntário no projeto Lixo Colorido, que leva orientação e conscientização acerca da cidadania para um meio ambiente saudável e sustentável; atua como orientador no Projeto Pescar em uma importante empresa de Gravataí; além de prestar assistência alimentar e educacional a mais de 30 famílias em situação de vulnerabilidade social, através da Onda Socioambiental.
"Acredito que meu cartão de visitas é o protagonismo. Meus movimentos na busca de uma sociedade melhor são muito objetivos, práticos e sempre unem a solidariedade, aquele socorro imediato, à responsabilidade social."
Criança precisa dos 2
Mãe + Pai
Feijão + Arroz
Carinho + Amor
Aprender + Fazer
Então Fica a dica:
Direitos + Deveres = 02
Atitude + Responsabilidade = Joelson
Créditos: "Viviane R. Rocha"
terça-feira, 23 de agosto de 2011
O início do Conselho Tutelar
Até dezembro de 1988, quando fizemos aprovar nossa Constituição Cidadã Republicana, crianças e adolescentes eram rotulados, socialmente, como “menores”.
A Constituição foi um marco de cidadania. Com ela, detonamos de vez a ditadura que esperamos tenha sido a última de nossa Historia, acabamos no Brasil com a doutrina do menorismo (doutrina autoritária e ditatorial, adotada pelos Códigos de Menores de 1927 e de 1979) e passamos a incluir crianças e adolescentes no mundo da... cidadania.
Os maus hábitos, maus usos e maus costumes da cultura de um povo podem ser alterados, mas a História nos mostra que leva tempo. A mudança deve estar, necessariamente, na progressiva aquisição de novos padrões de hábitos, usos e costumes.
O que se propõe o Estatuto da Criança e do Adolescente, de 1990, para essa importante transformação: Substituir más práticas sociais por boas práticas, de forma a evitar os fatores que estimulam, induzem, propiciam os vícios de nossa época: agressividade, violência, crime e terror.
O Conselho Tutelar é uma das instituições criadas para garantir que essa passagem da não cidadania para a cidadania seja feita de forma correta, legal, justa e competente.
Serão necessárias algumas décadas, talvez toda uma geração de brasileiros, para completar essa transformação histórica, ao longo do Século XXI.
O Conselho Tutelar não é a única instituição para esse fim. É uma das muitas novas criações da cidadania brasileira para a efetivação dos direitos e deveres humanos, como será detalhado ao longo deste manual.
Texto de: Edson Sêda,
Procurador Federal,
Membro da Comissão Redatora do
Estatuto da Criança e do Adolescente do Brasil.
Prêmio Criança e Paz do Unicef de 1995
Consultor Internacional para Direitos Humanos
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